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A evolução dos copos térmicos.

Desde o momento que eu comecei a assistir Gilmore Girls, minha vida mudou. Tanto na primeira vez que vi a série quanto na segunda. Tem gente que pode ver essa afirmação como uma coisa infantil e idiota, mas é a mais puta verdade. GG é muito parecido com a minha vida em questão de relacionamentos familiares. Não é o intuito do post contar sobre a minha família, então vou parar por aqui.

O que quero dizer é que, quando comecei a ver GG, eu me apaixonei por algo bem incomum: as tampas dos copos térmicos que eles tem na série. Eu não entendia como, no Brasil, isso não existia. Com o tempo, percebi que a tal tampa estava em todos os filmes e séries e o mundo era melhor graças a ela. Aí começa a minha busca pela tampa.

Eu sou viciada em café. Viciada mesmo! Antes de começar a trabalhar, eu até bebia café quase todos os dias, mas era com uma moderação maior. Agora que tenho uma térmica bonitinha de um café que eu não canso de elogiar sempre no mesmo local que eu, fiquei louca. Passo o dia à base de café e sou muito feliz; principalmente por não sofrer de sintomas clássicos do café: não fico hiperativa e consigo dormir tranquilamente - eu mesma me deixo hiperativa com grande frequência, do tipo “alguém me bate pra eu ficar quieta, por favor!”.

Resumindo tudo o que eu disse até agora: café é bom e g-zuz gosta! No entanto, com aquela maldita tampa, a vida seria melhor e eu poderia beber café enquanto eu ando na rua. Logo que a Nescafé lançou aquelas máquinas de café que tinham em qualquer butéco, eu tive esperanças de que tudo ia melhorar. No entanto, demorou muito para eu pedir um café na quadra de casa e sugrir uma tampa de onde se poderia beber. Ah, sim, vou tentar explicar a tampa que eu idealizo.

A tampa é simples e acho que muitos já viram nos filmes/séries. Ela é toda fechada e tem um pequeno buraco num dos lados do topo, de onde se poder beber. O tamanho do buraco não é muito grande, o que faz com que seja fácil de se beber sem se babar. A tampa que a Nescafé lançou não era bem assim. Era preciso “rasgar” uma parte do plástico (que era mole) e era muito fácil de se babar. No entanto, o café era tão bom que eu relevava. Passado uns meses, o lugar onde eu comprava o café com a tampa não tinha mais café. Eu tinha a impressão de que era o fim. Isso até eu ver esse post do Becher.

Notem a imagem do copo de café do McDonald’s. Agora, notem a tampa!!!!! Sim, finalmente alguém trouxe a tampa pro Brasil. Fiquei um mês querendo ir até um McD e ver essa tampa de perto. Ontem foi o dia. Precisava ir até o Bourbon Country com meus pais, que vieram me visitar, e achei que seria uma boa hora pra testar. Fui até o McD e vi, num cantinho tímido, uma cafeteira, copos e… tá-dá! A tampa! Pedi um café Premium com leite, já que sabia que o café “americano” deles não era a coisa mais horrível do mundo. Foi bom e eu bebi dois desse. Adivinha o que a pobre fez quando terminou cada copo? Guardou ele com a tampa. Agora, enquanto escrevo esse post nessa manhã bonita de segunda-feira com sol e com friozinho de novembro, estou tomando café que eu fiz (bem melhor que do McD) no meu copo de Café Premium com a tampa linda maravilhosa. Alguém quer me dar um presente? Ache essas tampas e me dê de presente. Eu agradeço.

De brinde pra vocês, uma tampa de copo que eu achei, ahm, curiosa.

Tampa para lata.

E eu que achava que a xícara de “teta” já era muito inovadora… Tô desatualizada.

Top 5: cenas de dança.

Quando eu era criança, eu recebi a formação de ballet clássico. Tenho muito orgulho de ter me envolvido tão cedo com música e com dança e sinto muita vontade de voltar ao ballet.

Enquanto assistia TV, me chamou atenção um filme que estava passando na Globo à tarde, com o Patrick Swayze. Não sei o nome, pois não vi muito, mas sei que não era o Dirty Dancing (esse eu sei de cor). Disso, me veio a idéia de fazer um Top 5 com cenas de dança dos filmes que eu adoro. Os filmes estão com o nome em inglês porque eu não lembro de como eles ficaram em português (oi, eu sou estranha).

#5: Dirty Dancing 2: Havana Nights.

Vi primeiro o 2º Dirty Dancing e me apaixonei. Na verdade, me apaixonei tanto pelo ator quanto pelo filme. Adoro música latina e cubana. Quando tinha TV à cabo, acabava colocando no canal de áudio que tocava esse tipo de música. Não é à toda que “Oye, como va”, do Santana, é a música que mais me persegue nessa vida.

Nesse cena, é possível ver todo o contato do cubano - que vê a dança mais sensual como algo comum, por ser da cultura deles - com a americana que é completamente inocente e fica constrangida com a situação.

P.S.: A imagem não é das melhores, mas foi o único que eu achei com a parte que eu queria.

#4: Take The Lead.

Esse filme mudou a minha vida. Ele tem todo um lance social envolvido, no entanto, ele é muito bom. Antônio Banderas é mestre e sabe o que faz - isso sem contar na cara de latin lover que ele tem. Eu acho essa cena maravilhosa por ela ser muito inesperada. Imagine só: o professor fala que vai mostrar uma coisa e surge a loira e do nada - repito, DO NADA - eles começam a dançar duma maneira muito sexy. Dispensa comentários extras. Os alunos querem pegar a loira e as alunas querem ser como ela.

#3: Flashdance.

Flashdance e, principalmente essa cena, são clássicos de filmes que envolvam essa temática. Me surpreendi de descobrir que essa atriz, atualmente, faz a Bette do The L Word. Após muito tentar, a menina consegue uma audição e faz bonito.

#2: Shall We Dance.

Jennifer Lopez é uma boa dançarina e uma atriz mediana (estou boazinha hoje). No entanto, o Richard Gere faz tudo ficar melhor e essa cena de dança com essa música me leva à loucura. Foi graças à esse filme que eu virei muito fã de Gotan Project e passei tipo uma semana bolando coreografias pra brincadeiras de dança. Como decorei essa, uso ela pra “ensinar” amigos que gostariam de aprender a dançar tango.

#1: Scent of a Woman.

Esse é o mais clássico e essa música é linda. Al Pacino é tipo Deus desde o momento em que eu vi O Poderoso Chefão e ver ele dançando é mais lindo ainda. Não tenho mais o que comentar. Fico feliz cada vez que vou fazer compras no Zaffari e ouço essa música.

Espero que tenham gostado do primeiro Top 5 que eu consegui fazer sem pesares.

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Coincidência é pra fracos - Girls’ night out 1ª edição.

Eu e a Clarisse fomos ontem no Art&Bar pro aniversário da Marina. Nos encontramos cedo e fomos tomar umas cevinhas no Élio, como sempre. O início do causo foi que a Cla entrou no táxi e disse que tava se mijando, que precisava ir no banheiro. Segue a conversa entre eu, ela e o taxista.

Cla: Meu, eu não vou me aguentar.

Eu: Calma, Cla. A gente tá quase chegando.

Cla: Tu não tá entendendo. Eu vou me mijar daqui a pouco.

Taxista: Ah, não vai, não! Tu não me faz isso no meu carro, guria!!!

Cla: Que isso! Não te precoupa. Lu, eu vou me mijar.

Eu: Tá, a gente fica em silêncio e tu te concentra.

Cla: É, em silêncio é melhor.

Eu vou me mijar, meu!

Eu: Tá, meu. A gente desce quando fechar 10 pila.

Fechado os 10 pila, descemos do táxi e eu fiquei pensando onde a Cla ia mijar, já que estávamos pertíssimo da Plínio. Moita? Ah… não! Eis que eu avistei um butéco na esquina do lugar onde paramos. Avisei pra Cla e fomos pra lá. Quando fomos atravessar, a sinaleira fechou. Fechou NA HORA certa. Nisso, a Cla foi mijar e eu perguntei pro dono do butéco: “A Silva Jardim é muito longe daqui?” e ele responde “Não, é essa mesmo”.

Nós estávamos a UMA QUADRA do Bar. Bota coincidência nisso!

Aliás, o Art&Bar e a banda da Marina são MARA! Segundo o flyer, a pessoa ganhava uma Heineken se chegasse antes das 10 da noite. Chegamos 10 e 15, mas tentamos conseguir a Heineken. Coloquei toda a cara de pau que eu não tenho pra funcionar. Quando o garçon perguntou qual ceva eu queria, eu perguntei se não tinha um brinde de primeira visita. Ele falou da Heineken e eu perguntei se seria possível fazer de conta que não era 10 da noite ainda. Ele falou com um outro cara que disse: “Dá uma pra elas”. E essa foi a máxima da noite.

Essa noite entrou pro hall das noites pelas quais não damos nada e viram incríveis. Fica a lembrança que a Jojo esteve presente e nos agraciou com grandes histórias. Girls’ night out deve virar um ritual mensal ou semanal pra dar bandas diferentes. A próxima é na quinta billy no Revolution.

O dom de estar sempre dispońivel.

Journalism.....

Image by Urszula  via Flickr

Fico super feliz de ver meu celular tocando e com o identificador de chamadas me dizendo que é o trabalho que está me ligando. Eu peguei tanto gosto pela coisa que até tento fazer horários malucos pra consegui encaixar tudo o que eles me dão. E eu juro que é por eu gostar muito do que eu estou fazendo.

Daí começa a correria: 5h30min de trabalho ininterrupto; correr pra descobrir onde cada um parou, o que tá fazendo, o ritmo, conhecer as pessoas… É trabalhoso, mas é MARA! Além disso, a gente fica tri feliz de ver tudo acontecendo direitinho e de ver compromissos na agenda. Ninguém sabe o quanto eu gosto de ver a minha agenda cheia de coisas escritas e lembretes. Isso faz com que eu me sinta “na ativa” e, consequentemente, faz com que eu me sinta melhor. Tudo só precisa de um empurrãozinho.

No início, eu tremia, ficava mega nervosa, morrendo na frente de um aluno. Não conseguia me organizar, por mais que tivesse revisto aquela matéria dez mil vezes na vida e soubesse bem como explicar. Depois de umas 3 turmas, a coisa melhorou, eu fui ficando mais “amaciada” e já tava até fazendo piada no meio da aula (sim, quando eu chego a esse nível de idiotice, é sinal de que eu estou confortável; principalmente quando eu faço piadas sem graça). Daí por diante foi só alegria. Confesso ter saudades de encontrar sempre os mesmo alunos durante a semana, saber do que eles gostam, o que eles fazem… Dá saudades. Isso sem falar no esforço que eu tive pra decorar o nome de todo mundo. A minha memória é péssima pra criaturas que eu conheço pessoalmente. Dessa maneira, eu ficava anotando os nomes dos alunos e tentando fazer umas ligações entre os nomes e os níveis, tentando decorar o nome de todo mundo. Fiquei triste de ver que, na última semana com todas as turmas, eu tinha decorado tudo. No entanto, já era “hora de dar tchau” e tudo foi por água’baixo. Espero encontrar eles pelas ruas em alguma hora dessas. Conheci gente que tinha amigos em comum comigo (tipo um ex-namorado de 2004; freaky), gente que estudou no mesmo colégio comigo… Me impressionei de todas as turmas, sem exceção, terem alguém genial e serem interessantes. Quase volto a acreditar no potencial humano (hahaha, piada sem graça!).

Bom, de qualquer maneira, é hora de ir trabalhar. Colocar o “célebro” pra funcionar e ajeitar umas aulas interessantes pra esse povo.

Eu tenho problemas!

Oi, Deus. Lembra de mim? Morena, baixinha… a das tatuagens odiadas pela mãe. Isso, eu mesma. Eu só queria dizer uma coisa: quando eu falo que sou uma pessoa que sofre de uma doença grave que causa reações como fazer compras como se não houvesse amanhã, eu não estou brincando.

Em breve, eu irei para o inferno (metafórico E financeiro), portanto, pare de deixar eu ir ao shopping e torne a moda mais horrorosa. Que tal a irmã da Bionça virar trend-setter? Assim, eu não vou ter nada para comprar e serei uma pessoa feliz. Sério, a coisa tá começando a ficar complicada. Por qual razão o Senhor coloca, num lugar bem visível da entrada da loja, um cartaz do Breakfest at Tiffany’s que faz com que eu entre na loja e veja que eles tem o do Funny Face E do Roman Holiday? Bem, não precisava, então, colocar QUATRO fotos da Marilyn Monroe ao lado da Audrey Hepburn.

Adeus cartão de crédito. Te vejo mês que vem!

Eu voltei - e com o primeiro salário.

Sim, eu tenho plena noção de que não escrevo aqui há séculos e que ninguém mais deve ter entrado pra ver o blog. No entanto, creio ter uma boa razão pro sumiço: estive trabalhando.

É, minha gente! Finalmente larguei mão da ociosidade e fui trabalhar. Não que eu tivesse passado muito tempo sem procurar nada (mas também não procurei feito louca). O caso é que, felizmente, fui chamada pra trabalhar numa escola de idiomas, a Up Idiomas. Não é jabá, mas a escola é muito interessante e tem um método tri bom. E, de brinde, tem eu como professora - a mais modesta de todas.

Foram duas semanas e meia de muito trabalho, de várias horas e de doença. Eu consegui a façanha de obter uma faringite e ser forte o bastante pra faltar apenas um dia de trabalho. Após ir ao médico e começar a me entupir de boletas, melhorei e voltei à labuta.

Lembro muito bem que, quando eu era criança, eu não tinha amigos imaginários; tinha alunos imaginários - acho que isso aconteceu logo depois de o meu pai me dar de presente um quadro branco. O “dom” vem de família também: minha vó era professora. E era das boas. Não faço licenciatura e nunca pensei em dar aula, mas sempre aplaudi a idéia de ser responsável por (pelo menos uma parte) do aprendizado de alguém. Sem dúvida alguma, pude comprovar depois dessas semanas que o esforço vale a pena e que é muito gratificante estar no meio do ensino. Parece balela, todo mundo sabe disso, mas é realmente maravilhoso ver um aluno dizer que tu és um ótimo professor, que tu és uma pessoa simpática e que ele vai sentir falta de ti quando o professor oficial voltar de férias. Isso faz com que qualquer professor se sinta bem e veja o esforço de preparar aulas, de sair correndo pra chegar na hora e de se afastar de atividades habituais como algo inteiramete gratificante. Não pretendo “seguir carreira” nesse ramo, mas vejo que já aprendi muita coisa com os meus alunos. Além disso, é ótimo poder compartilhar com outros professores as dicas de aula, os problemas e as conquistas (me sinto uma tia de 8756983453 anos de magistério falando isso, mas é a mais pura verdade).

E o primeiro salário? Juro que eu tremia ao assinar o recibo. Eu já tinha feito um trabalho remunerado, mas era com a minha mãe. Ou seja, a coisa era diferente: ela já me conhecia, eu morava no mesmo lugar e eu só estava fazendo um favor. Ganhar alguma coisa por isso era só um adicional. Ganhar um dinheiro por esforço e trabalho verdadeiro é muito mais gratificante. Meus pais sempre me comentaram que ganhar um salário merecido é muito mais interessante do que ganhar dinheiro por ganhar (acho que esse discurso era mais pra eu não ter a idéia de casar com alguém por dinheiro e ser sustentada por essa pessoa, mas tá valendo). Dessa maneira, com o primeiro salário, fico mais feliz. No entanto, continuo querendo ganhar na Mega Sena, ok, Deus? Pode mandar a grana que eu tô aceitando doações.

Paz de espírito.

Eu não sou a pessoa mais calma do mundo e creio que ninguém tem mais dificuldades pra tomar decisões do que eu. No entanto, em uma conversa despreocupada com um amigo via MSN, falamos sobre o que queríamos na vida, o que nos deixava insatisfeitos e o que faltava para sermos felizes. Eu, como boa perdida na vida que sou, comentei que tudo o que eu queria era estar estudando e trabalhando com o que eu gosto (Relações Públicas - quero ganhar dinheiro com festas :P). Já ele, muito mais filosófico, dizia que queria ter paz de espírito. Claro que, para mim, paz de espírito evolve coisas muito mais materiais e a parte bonita disso tudo acaba. Creio que hoje vi, novamente, o que é ter paz de espírito sem envolver nada de material.

Como disse antes, sou complicada. Faço limpezas na minha casa às 5 da manhã como se fosse a coisa mais normal do mundo. Feita a limpeza de hoje e a arrumação de um armário que nunca havia sido arrumado antes, vim me jogar no sofá, às 5 e meia da manhã, para fumar o último cigarro da noite. Despretenciosamente, olhei pela sacada o céu e achei minha paz de espírito. Nada compra ver um céu totalmente róseo que dura apenas 5 minutos.

A sensação foi semelhante à que eu tive quando fui para Rondinha em agosto. Afinal, preciso ser muito sincera! Poucas coisas me proporcionaram a felicidade e prazer de estar naquela praia com os melhores amigos sem preocupações, problemas ou amarras. Ah, que saudade daquela rede na frente de casa e com vista pras dunas. E que saudade de dirigir com medo de enfiar o carro em algum buraco nas “ruas” do lugar.

P.S.: Sei que já postei antes essa foto, mas ela é o sinônimo de paz de espírito para mim.

Da série “noites pelas quais não damos nada”.

Só Deus sabe o quanto eu gosto de ficar de bunda pro ar em casa, passar o dia deitada na cama sem fazer nada, ouvindo um som, lendo um livro ou falando bobagem. No entanto, tem horas que eu preciso, e muito, sair. Não importa muito pra onde eu vou ou o que eu vou fazer, mas tenho hábitos de ir sempre nos mesmo lugares: Beco, Bambus e Bells.

Após entrar em uma pequena crise por não ter saído na sexta (heresia) e possivelmente ter de ficar em casa no sábado, a luz apareceu (atualmente a luz se chama Denize e tem um filho lindo). Recebi ligação divina, me arrumei e fui à casa da Deny, a fim de descobrir o que fazer. Demoramos mais de uma hora pra decidir entre todas as festas da noite. No sábado tinha Beco na Zona, no Tia Carmen. Como não tinha mais ingresso, nem nos incomodamos de tentar ir. De resto, todas as festas (Ocidente e Beco) tavam caras e/ou não pareciam estar interessantes. Acabamos desbravando um novo mundo: o Laika.

Eu já tinha sido convidada pro Laika mais de uma vez, mas não conhecia o local. Confesso que me surpreendi muito ao ouvir Marisol Thalía, no início da festa, e gostaria muito de saber da onde eles tiram aquelas músicas. No Laika não toca praticamente NADA do que toca no Beco. É muito estranho passar 80% da festa com a sensação de estar dançando algo que não se conhece. Apesar de tudo, a noite foi maravilhosa, divertida e eu dancei feito louca.

Após acordar semi-morta no domingo, recebi outra ligação. Marquei de tomar uma ceva e fazer uma coisinha light com a Jo, a Cla e o Babaca (amigões do PVDE). A idéia era beber a ceva geladinha de final de tarde de domingo pra domar o calor infernal. Mal sabia eu que iria parar no Beco e ainda encontrar gente que raramente vai pra lá. Foi uma surpresa atrás da outra - e eu adoro quando esse tipo de coisa acontece na minha vida.

Por mais que tenha sido cansativo (e foi muito!), serviu pra eu me divertir horrores e aprender que “uma cevinha light” com o PVDE nunca é apenas isso e nunca é light. É por essas e por outras que “só o Beco salva“.

Comer não é sexy!

Este é o primeiro post escrito pelo método-Coisa. também conhecido como “escrever em qualquer lugar tipo ônibus/trem/assemelhados, e eu preciso reconhecer que essa forma de criação funciona bem e não tende a causar bloqueios devido ao fato de se estar na frente de um computador - oi, meu nome é Luísa e eu sofro desse mal.

Bom, vamos ao que interessa - percebo agora que escrever na praça de alimentação do Praia de Belas não é a melhor idéia do mundo. Comer não é sexy. Não é MESMO! Nem um pouquinho. Tá, talvez comer sorvete seja sexy (me nego a fazer a comparação com práticas feitas com o fato). O caso é que comer, principalmente coisas com muitos molhos, pode ser muito desconfortável.

Imagine só: você está com o pirão (gíria Bourée para gatinha(o)/gostosa(o)/pessoa fisicamente simpática) e ele/ela está fazendo a maior lambança, se sujando completamente, com machas na blusa e tudo mais. Não sei quanto à vocês, mas essa não é uma cena que me deixa feliz/excitada, mas me deixa com vergonha alheia.

Além disso tudo, surge um novo problema: sujeira nos dentes. Nem sempre o cidadão sente que está com um alface ou um feijão nos dentes. E nem sempre o acompanhante tem a coragem de contar que há uma “lembrança” da refeição na boca da pessoa.

É por essas e por outras que eu sou incrédula dessa idéia de encontros “americanizados”. Encontros nos EUA, como bem vemos nos filmes/séries, são sempre compostos de jantar/filme. Já aqui, mais parece com uma balada e um motel. Na realidade, eu gostaria que aqui funcionasse como lá nessa parte de encontros, embora tivesse medo da parte da janta (eu sou uma criança comendo). Mas isso já é assunto pra outro post…

Problemas nos feeds do FeedBurner.

Não sei exatamente qual é o problema voto na minha burrice, mas estamos com dificuldades na área dos feeds. Portanto, peço para aqueles que são subscribers dos feeds do blog e não estão recebendo as atualizações que cliquem AQUI e a mágica será feita.

“Valeu ae”.